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Samsung anuncia colab fake com a Supreme: entenda o caso
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Samsung anuncia colab fake com a Supreme: entenda o caso

A gigante coreana de tecnologia Samsung, anunciou no evento de apresentação do smartphone Galaxy A8s, parceria com a marca de skate nova-iorquina Supreme. Só tem um pequeno detalhe nesta história, a marca foi enganada por dois caras que se apresentam como os CEOs da Supreme na China.

A apresentação oficial da Samsung China contou com um anúncio entusiasmado de que a marca seria a primeira a colaborar com a Supreme na China. O apresentador inclusive convidou os supostos donos da marca americana de skate para subir ao palco para comentar mais sobre o projeto, confira no vídeo perto dos 18:00 minutos.

A cara de pau de um dos caras foi tanta que ele chegou a dizer que a colab era uma das apostas da marca para entrar no mercado chinês em 2019. Além disso, falou que vão inaugurar uma loja na cidade de Sanlitun e fazer seu primeiro desfile oficial, no Mercedes-Benz Cultural Center, localizado em Xangai.

É claro que toda essa baboseira é mentira mas a Samsung acabou caindo na lábia dos caras. A China é bem conhecida pela apropriação indevida de marcas registradas e também por seu gigante mercado de falsificações. O estranho nessa história é uma companhia tão respeitada como a Samsung não ter ciência de que os caras eram impostores e que a Supreme é uma marca americana comandada por James Jebbia.

Nem a Samsung e nem a Supreme se pronunciaram sobre o acontecido ainda. Manteremos vocês atualizados conforme mais detalhes vierem à tona.

ATUALIZAÇÃO 16:15 (BRST): A Supreme postou um storie no Instagram afirmando que a parceria é mentira e os dois caras que se passaram como fundadores da marca são impostores.

Já o diretor de marketing digital da Samsung China, Leo Lau, publicou uma nota em sua conta na rede social chinesa Weibo, dizendo – “Nós estamos colaborando com a Supreme Italia, não com a Supreme NYC”. Vale lembrar que ações de compra e venda relacionadas a Supreme estão legalmente proibidas na China e que a marca não mantém nenhum distribuidor no país. Porém, em outro caso inusitado a marca nova-iorquina perdeu na justiça italiana uma ação que movia contra uma loja que vendia falsificações de seus produtos na Itália.

Curiosamente essa loja conseguiu uma autorização para comercializar seus produtos fakes na Ásia, menos no Japão. Logo, todo esse processo estaria ocorrendo “legalmente” na China, o que chega a ser extremamente bizarro.

Supreme/Reprodução

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